Um tinto português de personalidade, que combina fruta madura, especiarias e estrutura sem perder o frescor. Produzido com Aragonez, Castelão e Touriga Nacional, o Pomar do Espírito Santo tem corpo, taninos firmes e uma textura densa, com um final persistente que faz dele um vinho especialmente interessante para acompanhar a mesa.
Parte do vinho amadurece por 12 meses em barricas de carvalho francês e americano, enquanto o restante permanece em inox, combinação que acrescenta complexidade sem deixar a madeira dominar o conjunto. Com potencial de guarda de 10 a 15 anos, é um daqueles tintos que entregam profundidade agora, mas ainda têm história para contar na adega.
Tudo o que você precisa saber antes da primeira taça.
*As safras podem sofrer alteração sem aviso prévio.
Um vinho que já entrega complexidade hoje, mas ainda tem muito a revelar.
No Pomar do Espírito Santo, apenas parte do vinho amadurece em madeira: 30% permanece por 12 meses em barricas de carvalho francês e americano, enquanto 70% é mantido em inox. Essa combinação acrescenta estrutura e complexidade sem encobrir a fruta, preservando também o frescor que ajuda a sustentar sua evolução ao longo dos anos.
Com potencial de guarda de 10 a 15 anos, é uma escolha interessante tanto para abrir agora quanto para reservar algumas garrafas na adega. Com o tempo, a tendência é que os taninos se tornem mais integrados e o perfil evolua para maior complexidade, enquanto quem prefere a intensidade da fruta e a vivacidade de um vinho mais jovem pode aproveitá-lo desde já.
Uma pequena vila portuguesa que voltou a encontrar sua história no vinho.

Foi em Cheleiros, uma pequena vila da região de Lisboa, que a ManzWine começou a construir sua história. A chegada da vinícola ajudou a recuperar a tradição vitivinícola local, apostando novamente em vinhedos e em castas portuguesas ligadas ao território. É também em Cheleiros que está o Pomar do Espírito Santo, vinhedo que dá nome a este Reserva e fica próximo à antiga Capela do Espírito Santo.
Hoje, a ManzWine leva vinhos portugueses a diversos mercados, mas mantém em Cheleiros uma parte importante de sua identidade. No Pomar do Espírito Santo, essa origem aparece em um corte de Aragonez, Castelão e Touriga Nacional, três castas profundamente associadas à viticultura portuguesa, transformando um pequeno pedaço da região de Lisboa em um vinho com personalidade e vocação para atravessar fronteiras.
Complexidade para hoje, potencial para amanhã.
O Pomar do Espírito Santo é para quem gosta de tintos com estrutura, mas não quer que potência seja sinônimo de excesso. A fruta madura aparece acompanhada pelas especiarias e pela passagem por madeira, enquanto os taninos firmes dão ao vinho aquela presença que pede comida à mesa, sem tirar seu frescor.
É uma escolha especialmente interessante para carnes assadas, queijos mais intensos ou para aquele jantar em que a garrafa também faz parte da ocasião. Ele já tem complexidade para ser apreciado agora, mas seu potencial de guarda permite levar algumas garrafas e acompanhar sua evolução ao longo dos próximos anos.
Para quem gosta de tintos portugueses estruturados, vinhos com passagem por madeira, fruta madura e final persistente. É um rótulo que merece entrar na sua adega.
Se abrir agora, vale servir em uma taça ampla e dar alguns minutos para o vinho se mostrar. É daqueles que ficam mais interessantes conforme a conversa avança.
Entre 16 e 18 °C, temperatura que preserva o frescor sem esconder sua estrutura e complexidade.
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